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Governo quer transportar doentes em automóveis


Ministério da Saúde quer abrir o transporte de doentes não urgentes a viaturas ligeiras.

A Liga de Bombeiros considera a actual proposta demasiado "permissiva" e os taxistas prometem guerra à ideia.

A proposta de criar um regime de Viaturas de Transporte Simples de Doentes - defendida pelo Ministério da Saúde, no âmbito do grupo de trabalho para rever o regulamento de transporte de doentes não urgentes - não agrada a nenhum dos parceiros.

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) admite a ideia, mas considera-a "excessivamente permissiva". E o presidente da Associação Nacional dos Transportadores em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), Florêncio Almeida, diz que seria uma "concorrência desleal" aos táxis, prometendo que "a indústria irá para a rua" contestar.

Fonte; J.N.
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Estado adianta verbas aos bombeiros

Liga dos Bombeiros Portugueses, considera que adiantamento não resolve todos os problemas das corporações, mas “aligeira as dificuldades”

Os bombeiros pediram e o Governo aceitou adiantar verbas para resolver de imediato as despesas extraordinárias com o combate aos incêndios florestais das últimas semanas.
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, esteve hoje reunido com a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) que está preocupada com o número anormal de incêndios neste Inverno.
“O Sr. ministro vai, sobre determinadas verbas a que temos direito, fazer adiantamentos e esses adiantamentos, efectivamente,  resolverão [os problemas] no imediato e depois também se comprometeu a fazer o reforço desse adiantamento na altura própria”, disse o presidente da LBP aos jornalistas no final da reunião.
Jaime Marta Soares considera que este adiantamento não resolve todos os problemas das corporações de bombeiros, mas “aligeira as dificuldades” e diz que “há uma luz ao fundo do túnel”.
Já quanto à lei orgânica da Autoridade Nacional para a Protecção Civil, o ministro Miguel Macedo diz que não vai haver nova lei, mas apenas acertos cirúrgicos, explica Jaime  Marta Soares.
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Nota à Comunicação Social

 

Nota à Comunicação Social

Transporte de doentes

Bombeiros contra conclusões do grupo de trabalho

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) decidiu votar contra as conclusões do documento produzido pelo grupo de trabalho que analisou o transporte de doentes “responsabilizando por este facto, única e exclusivamente, o Ministério da Saúde”.

Uma delegação da LBP, liderada pelo seu presidente, comandante Jaime Marta Soares, reuniu esta manhã com o secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, a quem deram conhecimento dessa posição.

Segundo a declaração de voto, entregue hoje ao secretário de Estado, “a Liga dos Bombeiros Portugueses consciente do seu papel no que ao transporte de doentes em ambulância diz respeito, convicta da forma como se empenhou na procura de decisões concretas e objectivas, sente-se hoje defraudada nas suas expectativas atendendo a que, as soluções propostas serão, num futuro próximo, prejudiciais para os utentes no que diz respeito ao transporte”.

São muitas as razões aduzidas pela LBP para discordar das conclusões apresentadas pelo grupo de trabalho, que os seus representantes expressaram atempadamente durante as reuniões e que constam das actas.

Refere ainda a LBP na declaração de voto, “já conhecíamos as condições em que iríamos trabalhar, ou seja, na base no memorando aprovado pela Troika para Portugal, onde é exigido ao Governo Português que faça cortes na despesa, no valor de 30 por cento, do transporte de doentes não urgentes em ambulância, o que naturalmente influenciaria sobremaneira qualquer solução passível de negociação, facto a que somos totalmente alheios, já que nunca e em situação alguma contribuímos para o descalabro financeiro de setor da Saúde”.

Mesmo assim, “não quis a LBP deixar de participar activamente neste Grupo de Trabalho, dando a conhecer as suas preocupações e os objectivos que os bombeiros têm para o sector”.

Da reunião de hoje destaca-se a marcação de uma nova reunião entre a LBP e representantes do Ministério da Saúde para a próxima quinta feira com o objectivo de, até ao final do corrente mês, se procurar encontrar as bases para um possível entendimento, incluindo a análise do preçário já apresentado pela LBP.

Lisboa, 17 de Fevereiro de 2012

  

Presidente do Conselho Executivo

Jaime Marta Soares

Comandante

L.B.P. - Comunicação e Relações Públicas

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Comandante Operacional Municipal



Publicado hoje em “Diário da República”



MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA
Aviso n.º 2607/2012

Em cumprimento do disposto no artigo 37.º da Lei n.º 12 -A/2008, de 27 de Fevereiro, torna-se público, por meu despacho datado de 30 de Janeiro de 2012, é renovada a comissão de serviço do Comandante Operacional Municipal, Emanuel Renato Sousa Oliveira, por mais três anos, com efeitos a 2 de Março de 2012.

O Presidente da Câmara, José Manuel Vaz Carpinteira.
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Nota à Comunicação Social

 

Nota à Comunicação Social


Incêndios florestais

Liga pede intervenção do MAI no pagamento de despesas


A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) solicitou esta manhã ao ministro da Administração Interna que, “tal como aconteceu no período anormal de fogos de Outubro de 2011 seja agora considerado com carácter de urgência um procedimento de excepção através do qual seja possível ressarcir as associações humanitárias de bombeiros das despesas suportadas com os incêndios florestais recentes”. Caso isso não aconteça, segundo a LBP, ”receia-se seriamente que a capacidade operacional de muitas associações diminua rapidamente com os perigos daí advenientes”.

Na missiva dirigida ao ministro Miguel Macedo, o presidente da LBP, comandante Jaime Soares, lembra que ”o número de incêndios florestais ocorridos no início do corrente ano, com mais de 1400 ignições, ultrapassou todas as expectativas”.

Jaime Soares lembra que “o número de ignições é elevadíssimo e inaceitável em qualquer país que possua  uma verdadeira política para o sector florestal e as previsões meteorológicas  são favoráveis à progressão das chamas, designadamente baixa humidade dos combustíveis e por vezes muito  vento”.

A LBP lamenta ainda que, ”não existe vigilância, a detecção é tardia, os comportamentos na má utilização do fogo não são reprimidos e a investigação não é tratada como assunto sério e prioritário. A ausência da autoridade policial começa a ser frequente e a recolha de dados sobre estas ocorrências chega a ser  feita pelo telefone junto dos Corpos de Bombeiros”.

Conforme a Liga lembrou nos últimos dias, “os gastos com os combustíveis, alimentação, conservação e reparação dos veículos e equipamentos são consideráveis e as associações de bombeiros estão com grandes dificuldades financeiras para garantir o combate aos incêndios florestais, na defesa da população, da floresta e na protecção do meio ambiente”.

O conjunto destas ocorrências, segundo o comandante Jaime Soares, “que resultam sempre na necessária presença dos bombeiros no teatro de operações,  estão a agravar a já debilitada situação financeira das associações humanitárias de bombeiros cuja presença está ser feita com muito esforço durante o período laboral, o que dificulta a primeira intervenção musculada”.

Lisboa, 16 de Fevereiro de 2012

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Nota à Comunicação Social

 

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Incêndios florestais
Bombeiros a braços com custos

Algumas zonas do país foram fustigadas nas últimas semanas por incêndios florestais em cujo combate os bombeiros consumiram combustível, alimentação, estão a braços com avarias e, para já, não têm garantido o retorno de tudo isso.
Esta preocupação manifestada pelos bombeiros, segundo a Liga dos Bombeiros Portugueses, deverá ser forçosamente equacionada pela Autoridade Nacional de Protecção (ANPC) através da qual os bombeiros devem ser ressarcidos de todas as despesas efectuadas.

Lisboa, 15 de Fevereiro de 2012

Presidente do Conselho Executivo
Jaime Marta Soares
Comandante
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Mais de 1.400 fogos florestais deflagraram desde início do ano

Mais de 1.400 incêndios florestais deflagraram desde o início do ano, e só no último fim-de-semana ocorreram 342, situação que a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) considera anormal para a época de inverno.

Miguel Cruz, adjunto de operações nacionais da ANPC, disse à agência Lusa que nos dois primeiros meses deste ano houve uma completa ausência de precipitação o que provoca elevados níveis de secura, contribuindo para as condições de propagação de incêndios.
Segundo a ANPC, desde 01 de aneiro ocorreram 1.453 incêndios que envolveram 9.860 operacionais e 2.795 veículos.

O relatório dos incêndios florestais do ano passado refere que, em janeiro e fevereiro de 2011, meses em que se registou precipitação, deflagraram 592 fogos, concluindo-se que este ano os fogos mais do que duplicaram. Só no último fim-de-semana o número de ignições é quase semelhante às registadas em fevereiro de 2011 (380).

Miguel Cruz adiantou à Lusa que a maioria dos incêndios são de pequena dimensão, ocorre em matos, sendo os distritos de Lisboa, Porto e Viseu os mais afetados.

O adjunto de operações nacionais da ANPC sublinhou também que a continuar esta situação de seca pode levar a situações «mais complicadas», como o deflagrar de incêndios em zonas de florestas.

Para Miguel Cruz, na origem dos últimos incêndios estão a realização de queimadas.

Nesse sentido, a ANPC recomenda a não realização de queimadas caso se continue a registar níveis de elevada secura e relembra que só se podem realizar com licenças obtidas nas câmaras municipais.

Para o combate dos 1.453 incêndios ainda não houve necessidade de envolver os meios aéreos


Diário Digital / Lusa
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INEM



Foi hoje publicado em Diário da República, o Decreto-Lei n.º 34/2012, que aprova a orgânica do Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P.

Poderá consultar o diploma em:


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Nota à Comunicação Social



Faleceu o bombeiro mais velho do país

O comandante do Quadro de Honra (QH) da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém, Henrique Amaro, falecido hoje aos 101 anos era o bombeiro português mais velho.
O comandante Henrique Amaro foi condecorado pelo Presidente da República com a Ordem de Mérito durante as comemorações do 10 de Junho realizada em Castelo Branco em 2011. Foi também alvo de uma homenagem promovida pela Reviver Mais e pela Liga dos Bombeiros Portugueses, em Santarém, em Outubro de 2010, durante o 5.º Fórum Nacional dos Bombeiros Honorários.

Henrique Amaro era o segundo comandante do QH dos Voluntários de Agualva Cacém e o seu sócio n.º 12. Exerceu ali a actividade de bombeiro voluntário entre 1941 e 1970, altura em que entendeu retirar-se.
O comandante Amaro iniciou a actividade de bombeiro com 23 anos, primeiro nos Voluntários de Campo de Ourique, onde chegou a bombeiro de 3.ª, e depois, a partir de 1941, nos Voluntários de Agualva Cacém. Ali foi progredindo na carreira de bombeiro tendo exercido as funções de segundo comandante entre 1965 e 68 e comandante interino, entre 1968 e 1970.
O corpo do comandante Henrique Amaro estará hoje em câmara ardente no salão nobre da Associação, a partir das 16h00, e o seu funeral realiza-se amanhã, sábado, às 15h00, para o talhão da Associação no cemitério local.

Lisboa, 10 de Fevereiro de 2012


Presidente do Conselho Executivo
Jaime Marta Soares
Comandante

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MOVIMENTO ASSOCIATIVO

Durante o mês de Janeiro, registou-se o seguinte movimento associativo:


NOVAS ADMISSÕES


Número
Nome
1297
João Carlos Fernandes Afonso







EXONERAÇÕES


Número
Nome
590
Carla Maria Prazeres Ribeiro




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Nota à Comunicação Social

 

Nota à Comunicação Social -

Ambulâncias retidas nos hospitais
Liga exige solução rápida da situação
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) exige que o Ministério da Saúde encontre uma solução rápida para a retenção de macas das ambulâncias dos bombeiros nos hospitais, nomeadamente, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e no Hospital de Aveiro. Trata-se de uma situação insustentável a exigir um resposta pronta.
A falta de macas nos hospitais, para onde possam transferir os doentes transportados, está a obrigar os bombeiros a permanecer várias horas à espera das suas macas pondo em causa a disponibilidade para acorrerem a novos pedidos de socorro.
A Liga compreende que o facto se fique a dever ao aumento da afluência às urgências hospitalares mas lamenta que sejam mais uma vez os bombeiros a suportar as consequências de situações que cabe a outros solucionar.
Para a LBP, as horas que os bombeiros esperam pelas macas das suas ambulâncias à porta dos hospitais é tempo durante o qual permanecem inoperacionais, sem possibilidade de responder a novas chamadas de emergência pré-hospitalar.
A Liga pensava que este fenómeno era já coisa do passado mas infelizmente, também neste caso, as coisas estão a voltar para trás. 
Lisboa, 9 de fevereiro de 2012
 Presidente do Conselho Executivo
Jaime Marta Soares
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Jaime Soares, acusou o Governo de “irresponsabilidade”




O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Soares, acusou nesta terça-feira o Governo de “irresponsabilidade” por não estar atento às dificuldades financeiras das corporações, devido à redução dos serviços de transporte de doentes.

“Se o Governo está a ser negligente, lamento que assim seja. Mas, ao não estar atento a estas coisas, está no mínimo a ser irresponsável. Essas são questões que lhe competirá avaliar e terá de prestar contas aos portugueses pelo que está a fazer neste sector”, criticou o dirigente associativo.

Jaime Soares falava aos jornalistas no quartel dos Bombeiros de Reguengos de Monsaraz (Évora), durante uma visita a corporações do distrito com dificuldades financeiras causadas, sobretudo, pela redução dos serviços de transporte de doentes.

Évora “é onde se encontram, à primeira vista, as corporações com problemas financeiros mais flagrantes”, admitiu o responsável, embora ressalvando que o distrito “não é caso único”, porque “há outros que já começam a ter estes problemas”.

O representante máximo dos bombeiros ironizou que o Ministério da Saúde “instalou, de um momento para o outro, um sistema informático” em que foi definido que era tempo de “poupar e cortar” no transporte de doentes.

E a “máquina desumana não está nada preocupada e corta”, continuou.

Mas esses cortes, advertiu, estão a “cortar tempo de vida às populações e aos cidadãos”, porque, “não havendo doentes para transportar, os bombeiros [as corporações] entram falência financeira”.

Por isso, o presidente da LBP apelou ao Governo para que defina “quais são os utentes que têm de ser transportados, o que é que quer para esse mesmo transporte” e qual o montante “que está disponível” a atribuir aos bombeiros para os “ressarcir desses transportes”.

“Só solicitamos que nos dêem condições para que tenhamos o mínimo para funcionar” e “as ferramentas adequadas para prestar o melhor serviço possível às populações, que, por este andar, começam a ficar desprotegidas”, alertou Jaime Marta Soares.
O responsável afirmou que a LBP “não vai permitir que a responsabilidade seja assacada aos bombeiros”, caso alguma situação ponha em perigo a vida das pessoas, atribuindo essa responsabilidade “exclusivamente aos ministérios da Saúde e da Administração Interna”.

Adiantando que as corporações recebem hoje o mesmo valor de combustível de “há três anos” e que as taxas de saída e de utilização de oxigénio não são alteradas “há mais de nove anos”, Jaime Soares considerou que os bombeiros “têm vindo, ao longo destes anos, a subsidiar o Serviço Nacional de Saúde para prestar socorro”.

A deslocação ao distrito de Évora do presidente da LBP incluiu, além de Reguengos de Monsaraz, visitas a outras três corporações da região (Mourão, Portel e Viana do Alentejo) que enfrentam problemas financeiros graves, que já levaram ao despedimento de quase 70 funcionários.


Fonte: “O Público”
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SERVIÇO OPERACIONAL - Janeiro 2012



Código Serviço
Quant
Kms
Duração
Doetes
Alertas
Bomb.
Viaturas
Pecorridos
(H:M)
Transp.
1 - INCÊNDIOS
1
4
1
13
01H50
0
1600 - Transporte Rodóviário
1
4
1
13
01H50
0
2 - ACIDNTE COM TRANSPORTES
2
3
2
53
01H27
2
2102 - Rodoviário - com Viaturas
2
3
2
53
01H27
2
4 - PRÉS-HOSPITALAR
68
133
68
5,161
131H45
45
4200 - Doença Súbita
54
106
54
3,955
102H41
36
4300 - Traumatismo
13
25
13
1,122
27H04
9
4400 - Queimado
1
2
1
74
02H00
0
7 - SERVIÇOS
70
101
82
5,497
214H58
57
7103 - Prevenção Desporto
2
4
2
34
11H40
0
7401 - Abertura Porta
1
5
2
98
04H02
0
7600 - Reboque / Desempenagem
1
2
1
74
01H52
1
7700 - Transporte Doentes
55
77
65
5,028
164H02
46
7703 - Transporte Fisioterapia
11
13
12
263
32H42
10
8 - ACTIVIDADES
17
66
44
1,430
91H28
1
8602 - Deslocações Oficiciais
2
16
8
273
11H32
0
8603 - Deslocações Seviços Gerais
15
50
36
1,157
79H56
1







TOTAI GERAIS
158
309
197
12,154
441H28
105


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