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Serviço Operacional - Ano 2011


Durante o ano de 2011, o Corpo de Bombeiros de Vila Nova de Cerveira, efectuou os seguintes serviços operacionais:


Serviço
Quant
Kms
Duração
Doetes
Alertas
Bomb.
Viaturas
Pecorridos
(H:M)
Transp.







1 - INCÊNDIOS
115
641
155
6,317
378H00
0
Povoamento Florestal
30
171
36
2,411
139H33
0
Agrícola
12
48
12
179
12H21
0
Inculto
62
353
86
3,321
207H33
0
Edifício - Habitação
6
46
15
293
12H20
0
Edifício - Industria
2
10
2
15
01H35
0
Produtos
2
9
3
58
02H20
0
Transportes Rodoviário
1
4
1
40
02H18
0
2 - ACIDNTE COM TRANSPORTES
42
123
54
3,271
80H15
26
Rodoviário - Atropelamento
4
8
4
337
08H20
3
Rodoviário - com Viaturas
38
115
50
2,934
71H55
23
3 - INFRA-ESTRUTURAS VIAS COMUNICÃO
19
60
20
217
20H43
0
Queda de árvores
10
33
10
129
09H50
0
Inundações
7
19
8
48
08H32
0
Queda cabos electricos
1
5
1
29
01H44
0
Queda de estruturas
1
3
1
11
00H37
0
4 - PRÉ-HOSPITALAR
867
1526
880
66,345
1722H07
696
Intoxicação
17
36
17
1,194
32H42
11
Doença súbita
666
1153
676
50,687
1350H44
536
Traumatismo
179
323
179
13,874
323H43
141
Parto
8
14
8
590
14H58
8
5 - CONFLITOS LEGAIS
9
16
10
847
18H07
7
Agressões / Violações
5
8
5
417
08H11
5
Suícidios / Homicidios
1
1
1
80
02H27
1
Transporte / Remoção cadáver
3
7
4
350
07H29
1
6 - TECNOLÓGICOS E INDUSTRIAIS
4
21
6
170
05H21
0
Acidentes com matérias perigosas
1
5
1
60
01H36
0
Fuga de gás
3
16
5
110
03H45
0
7 - SERVIÇOS
1200
1549
1293
539,148
3835H13
1844
Prevenções - Patrulhamento
2
6
2
22
02H40
0
Prevenções - Espectáculo
5
15
5
19
10H28
1
Prevenções - Desporto
23
89
33
1,214
121H20
6
Limpeza de via
20
63
20
305
25H23
1
Abastecimento de água
6
17
9
315
68H65
0
Abertura de porta
3
12
4
30
00H85
0
Transporte doentes
727
874
773
513,441
2497H42
606
Transporte fisioterapia
414
473
447
23,802
1554H29
1230
8 - ACTIVIDADES
290
597
419
19,490
1276H39
21
Busca / resgate - terrestre
1
5
1
26
02H20
0
Busca / resgate - aquático
1
3
1
20
04H28
0
Exercicios / simulacros
3
24
8
106
03H48
0
Deslocações formação
35
95
78
3,538
166H40
3
Deslocações oficiais
12
22
12
1,883
70H50
0
Deslocações serviços gerais
235
436
316
13,858
1024H04
18
Falsos alarme
3
12
3
59
02H29
0







TOTAIS GERAIS
2546
4533
2837
635,805
7336H25
2594
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Duarte Caldeira deixa Liga dos Bombeiros




Duarte Caldeira deixa Liga dos Bombeiros, 12 anos depois

A horas de deixar o cargo, Duarte Caldeira fala do que fez, do que ficou por fazer e dos desafios para o novo Governo.

Duarte Caldeira considera que 2012 é um ano decisivo para o sector dos Bombeiros e da Protecção Civil.
Em entrevista á Rádio Renascença, a poucas horas de deixar de ser Presidente da Liga dos Bombeiros, Duarte Caldeira lamenta não ter conseguido forçar o Estado a criar um modelo de financiamento para o sector e diz que esse é agora o grande, e urgente, desafio que o poder político tem pela frente.

Doze anos, quatro mandatos consecutivos depois, Duarte Caldeira considera ter contribuído decisivamente para novos e melhores níveis de formação dos bombeiros e para o reforço do papel da Liga enquanto parceiro do Governo mas também admite que um dos grandes objectivos ficou por cumprir.

“Há um, que reconheço que era um objectivo e que não foi conseguido, que era de convencer os sucessivos governos da necessidade de definir um regime de financiamento específico e próprio para o sector dos bombeiros em geral” diz Duarte Caldeira.

O problema é universal, explica: “É um objectivo que está por cumprir e que de alguma maneira está nessa impossibilidade, a situação que hoje alastra um pouco por todas as corporações de bombeiros, que é a extraordinária dificuldade de financiamento para a manutenção e desenvolvimento da sua actividade”, considera.

Não só não conseguiu convencer os muitos Governos com quem teve que negociar, como acha que a situação chegou agora a um ponto crítico. A sustentabilidade de todo o sistema pode estar comprometida, caso não sejam tomadas medidas e esse é um trabalho que não pode esperar por uma legislatura.

“Diria que o final de 2012 terá de trazer uma linha de orientação para este sector e este sistema que não pressupõe, na minha opinião, qualquer ruptura. Agora necessita evidentemente de clarificações e sobretudo do poder político assumir as responsabilidades que são suas e não podem ser dos outros e, por outro lado, quando se reflecte as verbas para financiar esta actividade não se tenha, como muitas vezes os políticos têm, a ideia de que se está a fazer caridadezinha”.

Duarte Caldeira espera que a nova direcção da Liga e o actual Governo, saibam encontrar soluções ao contrário do que aconteceu na última década – que foi um período de experiências: “Um período marcado decididamente estes anos pela instabilidade política que caracterizou o sector dos bombeiros e que foi marcado por três ciclos distintos, o primeiro que coincide com a extinção do Serviço Nacional de Bombeiros, o segundo com a procura do sucessor do Serviço Nacional de Bombeiros com criação do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil e, finalmente, há seis anos, a criação da Autoridade Nacional da Protecção Civil”, recorda.

Duarte Caldeira abandona hoje o seu cargo, mas vai continuar ligado ao Organismo, uma vez que foi eleito presidente da Mesa do Congresso, nas listas de Jaime Marta Soares – o seu sucessor na liderança da Liga.



Fonte: RR – Rádio Renascença
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Novos órgãos da L.B.P.





Escrito por Notícia "BP"   




 Novos órgãos da L.B.P.
Dirigentes tomam posse em momento muito difícil

Os órgãos sociais da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) para o triénio 2012/2014 tomam posse neste sábado, às 15h00, nas Caldas da Rainha, no quartel dos bombeiros voluntários locais.
Na cerimónia presidida pelo Secretário de Estado da Protecção Civil, Filipe Lobo D’Avila, os novos dirigentes tomam posse num dos momentos mais problemáticos da história dos bombeiros portugueses e antevêem à partida um mandato difícil para o qual, porém, garantem estar preparados e motivados.
A crise, generalizada a todas as associações de bombeiros, causada pela redução de pedidos de transporte de doentes não urgentes e consequente redução drástica das receitas daí resultantes é um dos assuntos a exigir urgente e sustentada solução.
O modelo de financiamento das associações, sistematicamente adiado pelos sucessivos governos, continua assente, desde 2007, numa solução provisória, que agrava a discrepância entre os sucessivos aumentos dos custos suportados pelos bombeiros e os valores recebidos do Estado, há muito dissociados da realidade
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